Vivemos a emergência do novo. E da-lhe música nova, filme novo, livro novo, moda nova. Nas propagandas, modelos jovens, homens e mulheres novos esbanjando saúde e poses. Essa ditadura do novo é uma invenção do marketing que precisa dessa voracidade para vender suas quinquilharias. Nas vitrines os novos sapatos da moda, a calça da vez, os cintos, os tênis. Mas nada se compara as novidades tecnológicas. São tantas maquininhas pra fazer tantas coisas que já estou começando a achar que um amigo de Teófilo Otoni foi profético em uma frase. Ele falou o seguinte: - "A tecnologia está evoluindo tanto, que daqui a pouco tempo não vamos precisar mais de gente". Só que ao mesmo tempo que existe essa cultura do novo, a internet traz a possibilidade de termos acesso a aquelas coisas que curtíamos nos tempos de criança e que nunca imaginávamos encontrar de novo. Encontrei Goldar, Ultraman, Nacional e Cisco Kid, a feiticeira, enfim. A frase de uma música dos Titãs também foi emblemática : "Tudo ao mesmo tempo agora". Enquanto desembocam em meu computador as novidades que convergem de todas as mídias, vou criando meu museu virtual particular.Todas as gerações tem opções de conteúdos. Tem tudo das décadas 60, 70. 80, 90 e por aí vai.Definitivamente não sou das gerações x, y ou z. Devo ser da geração "j" de jurássico. Mas peraí! Também nem tanto! Nasci na pororoca entre o analógico e o digital. Devo ser um dinossauro cyborg. Confesso-me apaixonado pelas facilidades que a tecnologia nos oferece neste self service infinito. Aprender a manusear os softwares e hardwares que se apresentam tem sido o grande desafio. Outro amigo me passou bela lição em uma frase: " o bom software é aquele que a gente domina". O sujeito que fica vigiando as novidades para se manter pseudo atualizado corre o risco de ficar louco. Pelo menos absorvi bem a transição do texto linear para o hipertexto. O que não consigo engolir é a apatia, a falta de curiosidade intelectual. Por um lado ficamos ilhados no meio de um mar de coisas medíocres. Aliás, vivemos a era dos medíocres, do domínio da média. Também, talvez tenha sido sempre assime a gente não se dava conta.terça-feira, 31 de maio de 2011
I PAD, I PED, I PID, I POD, I PUD - (reprise)
Vivemos a emergência do novo. E da-lhe música nova, filme novo, livro novo, moda nova. Nas propagandas, modelos jovens, homens e mulheres novos esbanjando saúde e poses. Essa ditadura do novo é uma invenção do marketing que precisa dessa voracidade para vender suas quinquilharias. Nas vitrines os novos sapatos da moda, a calça da vez, os cintos, os tênis. Mas nada se compara as novidades tecnológicas. São tantas maquininhas pra fazer tantas coisas que já estou começando a achar que um amigo de Teófilo Otoni foi profético em uma frase. Ele falou o seguinte: - "A tecnologia está evoluindo tanto, que daqui a pouco tempo não vamos precisar mais de gente". Só que ao mesmo tempo que existe essa cultura do novo, a internet traz a possibilidade de termos acesso a aquelas coisas que curtíamos nos tempos de criança e que nunca imaginávamos encontrar de novo. Encontrei Goldar, Ultraman, Nacional e Cisco Kid, a feiticeira, enfim. A frase de uma música dos Titãs também foi emblemática : "Tudo ao mesmo tempo agora". Enquanto desembocam em meu computador as novidades que convergem de todas as mídias, vou criando meu museu virtual particular.Todas as gerações tem opções de conteúdos. Tem tudo das décadas 60, 70. 80, 90 e por aí vai.Definitivamente não sou das gerações x, y ou z. Devo ser da geração "j" de jurássico. Mas peraí! Também nem tanto! Nasci na pororoca entre o analógico e o digital. Devo ser um dinossauro cyborg. Confesso-me apaixonado pelas facilidades que a tecnologia nos oferece neste self service infinito. Aprender a manusear os softwares e hardwares que se apresentam tem sido o grande desafio. Outro amigo me passou bela lição em uma frase: " o bom software é aquele que a gente domina". O sujeito que fica vigiando as novidades para se manter pseudo atualizado corre o risco de ficar louco. Pelo menos absorvi bem a transição do texto linear para o hipertexto. O que não consigo engolir é a apatia, a falta de curiosidade intelectual. Por um lado ficamos ilhados no meio de um mar de coisas medíocres. Aliás, vivemos a era dos medíocres, do domínio da média. Também, talvez tenha sido sempre assime a gente não se dava conta.LENDO PORTAIS - DO MONLEVADENSE LEDINILSON RIBEIRO MOREIRA
segunda-feira, 30 de maio de 2011
ELZA SOARES - DE TIRAR O FÔLEGO
Uma artista nascida em 1937, que já viveu de tudo um pouco, sambista com nuances Jazzisticos, que já flertou com o Rock vide parceria com Lobão, que arrasa de verdade. Nessa versão aí de cima, flerta com a modernidade carioca. Bom com força. Garanto que os rockeiros também vão gostar. A letra parece ser de Fausto Fawcett, mas tenho de conferir. Sensacionante.
EXTRA, EXTRA...PROIBIRAM A CERVEJA!!!
domingo, 29 de maio de 2011
CRUZEIRO X PALMEIRAS - ATAQUE 1, RETRANCA 1

sábado, 28 de maio de 2011
MONLEVADE FALA MAL DE SI

sexta-feira, 27 de maio de 2011
BANDA INFÓCUS - À PEDIDOS

CAMINHO DE RIQUEZAS - O PASSADO DE PRESENTE

quinta-feira, 26 de maio de 2011
FESTIVAL DE ARTES CÊNICAS - MONLEVADE NUNCA MAIS SERÁ A MESMA.


quarta-feira, 25 de maio de 2011
BR 381 - DUPLICANDO A LOROTA ???
BR 381 - UMA CONTABILIDADE MACABRA

PORTAIS MONLEVADENSES


CALA BOCA, MOREIRA! E A FORÇA DO FACEBOOK

terça-feira, 24 de maio de 2011
BR 381 - O MÊS ESTÁ ACABANDO. CADÊ A LICITAÇÃO?

segunda-feira, 23 de maio de 2011
ODEIO A PALAVRA "URGENTE"

SERRAÇÃO DE CORTAR COM FACA
domingo, 22 de maio de 2011
VÍDEO CASSETADA E DERROTA DO CRUZEIRO

PROFECIA FALHOU...AINDA BEM!!!

sábado, 21 de maio de 2011
BELOS HORIZONTES







COITÊINERES QUE VIRAM CASAS
Na Inglaterra, a empresa inglesa Urban Space Management já levantou mais de 20 construções utilizando contêineres. Em 2001, seu projeto Container City deu origem a um prédio de cinco andares na antiga zona portuária de Docklands, em Londres. O edifício é feito com 80% de material reciclado e ficou pronto em cinco meses.
Já a Holanda abriga o maior complexo habitável de contêineres do mundo. Desenvolvido pela empresa Tempohousing, em 2005, o projeto construiu 12 edifícios para atender à demanda de moradias estudantis em Amsterdã. Cada unidade possui um dormitório independente, com cozinha, banheiro e varanda.
Já pensou uma cidade inteira feita de contêineres? Pois ela existe e é uma das principais atrações turísticas da Cholula, no México. Idealizado pelo designer gráfico Gabriel Esper Caram, o local possui cinco mil m² de área urbana, onde cerca de 50 contêineres que perderam o uso comercial estão instalados. Dentro deles funcionam bares, lojas, livrarias, galerias de arte, restaurantes, padarias e até hotéis. Todos eles possuem um sistema térmico para manter a temperatura ideal, além de isolamento acústico.
A estrutura conta ainda com rede wi-fi disponível para toda a cidade e música ambiente nas suas vielas.
No Brasil, uma série de projetos residenciais e comerciais que utilizam contêineres já foram desenvolvidos. Um deles é a casa ecologicamente correta criada pela arquiteta Lívia Ferraro. Com apenas 6 metros de comprimento por 2,5 metros de largura, não é muito espaçosa, mas o acabamento deixa o ambiente muito charmoso. “Eu tinha essa ideia há muito tempo. Mas só com essa onda de sustentabilidade que os arquitetos começaram a aceitar a ideia de projetar uma casa de metal reciclado”, conta.
A residência possui um sistema de armazenamento da água da chuva, painéis de energia solare sistema de tratamento de resíduos.
O módulo básico de 15 metros quadrados custa R$ 39 mil, com acabamento e mobília incluídos.
Matéria extraída do site Greenvana, onde rolam conteúdos muito interessantes sobre vida racional, sustentável, futurista. http://style.greenvana.com/







