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Workshow com Umbigo(Daniel Bahia,André Freitas e Fábio Sartori),dia 20/10 às 19:30 horas,no Real Esporte Clube". Mais informações com Daniel Bahia.
Depois de um show de estréia de tirar o fôlego no auditório da FUNCEC, o Umbigo Trio vai mostrar a sua mistura de jazz e rock instrumental no Real. Mais uma vez no formato WorkShow, o trio desfilará suas composições instrumentais originais, com participação de Julio Sartori no vocal interpretando clássicos do Rock. O Workshow se diferencia pela proposta interativa, onde o público tem a oportunidade de dialogar com os artistas, de conhecer o equipamento utilizado pela banda numa visita ao set, enfim, um show participativo de conteúdo denso e muito aprendizado mútuo. Marcos Martino, atual presidente da Fundação Casa de Cultura, tem atuado nos shows como apresentador e mediador, introduzindo o assunto e depois monitorando a interação com o público. O formato funcionou bem e vai evoluir a cada show. Uma boa noticia é que o Umbigo em breve estará disponibilizando suas músicas na internet. Enquanto o material em audio não sai, o jeito é conferir ao vivo...e fala a verdade: ao vivo é sempre melhor. Em breve também, a banda deverá levar sua música diferente para os principais palcos da região, sempre com convidados especiais. O Umbigo conta com o apoio da Fundação Casa de Cultura de João Monlevade, pela certeza de que os bons projetos com um pouco de suporte podem alçar vôos maiores.
Essa definição está na wikkipedia. "A fofoca consiste no ato de fazer afirmações não baseadas em fatos concretos, especulando em relação à vida alheia. Presente ao longo de toda a História, tal ato é freqüentemente ligado à imagem das mulheres. Embora associado a um hábito feminino, estatisticamente os homens são mais fofoqueiros". Impressionante como essa primitiva forma de comunicação é utilizada em Monlevade. Algumas pessoas vivem pela cidade sempre atentas, ouvindo as conversinhas nos pontos de proliferação e disseminando. Em poucos minutos, uma noticia, principalmente a ruim, principalmente a falsa, viaja de boca em boca e muitas vezes acaba passando por verdade. Aliás, parece que essa tendência contaminou a rede mundial de computadores. A fofoca virtual começou a ser utilizada de forma massiva. Vejam a campanha subterrânea movida contra a Dilma. Daqui a pouco vão fazer uma montagem dela pitando um baseado, tomando cachaça no bico, fumando crack e disponibilizar na rede. É a fofoca com prova produzida no photoshop. No nosso caso doméstico, a fofoca sobre a dança das cadeiras na prefeitura não foi a primeira. Vieram outras antes. Eu ja fui despedido algumas vezes, o Guilherme Assis sofreu com seguidos ataque virais, fazem bolões com os próximos a serem enxotados do governo, quer dizer, tudo no fantástico reino das fofocas. As candinhas se justificam com aquele ditado: "onde há fumaça há fogo". A Dilma sofre nacionalmente o que o Prandini sofre aqui :uma insistente campanha de difamação movida pela corja nacional. Ainda bem que o povo não é besta pra cair nessa conversa da elite. Só uma observação final: como tem gente torcendo pela nossa queda. Quanta conveniência e quanta hipocrisia, meu Deus! São Jorge que nos valha nessa hora. Que caiam as linguas podres desses vermes.








Quando menino pequeno em Alvinópolis, uma das coisas que me deixavam mais admirado era o Congado de N.S.do Rosário. Eu ficava com os olhos faiscantes ao ver os dançantes passando com suas roupas brancas, seus chapéus com fitas coloridas e espelhos, suas danças saltitantes e seus cânticos quase mântricos (me perdoem usar o termo, já que mantra vem de outra cultura religiosa). Alguns dias antes da Festa de N.Senhora saiam dois senhores pela cidade tocando tambores, solitários, dando uma volta completa na cidade e anunciando que estava chegando a hora de homenagear N.S.do Rosário. No outro dia os dançantes invadiam as ruas com seus pandeiros que pareciam dizer " tumdum, trascá! Tundum Trascá. Eu ficava olhando aquilo tudo e morrendo de inveja, doidinho pra arranjar uma roupa daquelas e dançar saltitando junto com aqueles moços, cujos pés pareciam flutuar. Mas sentia que isso não seria possível. Parecia que só era permitido aos de cor escura. Por isso, sempre imaginei que o congado era festa de negro que matava branco de inveja. Pois eis que no último domingo, dia 11 de outubro, o Bairro Laranjeiras em João Monlevade recebeu a fé e o colorido de diversos guardas de marujo e congado de João Monlevade e região. Estiveram presentes grupos de Monlevade, Rio Piracicaba, Nova Era, Padre Pinto e de Alvinópolis. Aliás, a presença da turma de Alvinópolis foi uma surpresa pra mim . Fiquei muito emocionado quando vi o Sr Anzolinho com seu cavaquim. Ele já foi meu treinador no titular do Pinga Rato, um time tradicional da cidade. Imagino que ele já deva estar chegando à casa dos 80 anos, assim como vários congadeiros presentes , muitos com mais de 60 anos de congado. Ai a gente fica pensando: de onde esse pessoal tira a motivação, a alegria, a energia para tantos anos? A resposta é que há umas centenas de anos,eles encontram motivação no amor, na devoção à Nossa Senhora. Durante esse encontro, foi muito interessante perceber as diferenças entre os grupos presentes. A guarde de marujos com seus tradicionais uniformes de marinheiros e seus tambores de trovão, o pessoal de Nova Era com roupas supercoloridas jogando fulô dos balainhos, a turma de Padre Pinto, com seus instrumentos originais e sua tradição dos alcântaras, a turma de Alvinópolis com sua dança saltitante e seu cantar diferente. Ao final, todos com suas caracteristicas, mas tendo em comum a devoção com a Santa e a relação de proximidade com a igreja católica. Neste dia foi celebrada uma missa conga lindíssima acompanhada por milhares de tambores e pandeiros, além das vozes maravilhosas de várias gerações de dançantes.O Prefeito Gustavo Prandini prestigiou o evento, juntamente com osAssessores Cristiano Vasconcelos, Luciano Roza e este que assina a coluna. Gustavo reconhece o valor cultural e a luta dos movimentos negros que carregam há séculos a tradição do congado e da devoção à N.S.do Rosário. Prova disso é que através da Fundação Casa de Cultura, promove o tombamento da Guarda de Marujos como patrimônio imaterial e posteriormente providenciará o tombamento dos outros grupos da cidade.




Para o objetivo do título, um resultado muito ruim. Porém, fica dificil jogar contra um time que vem com claros propósitos defensivos e cujo goleiro processa milagres seguidos. O Neto mostrou que não foi atoa que foi chamado para a seleção. No Cruzeiro, houve algumas péssimas atuações individuais. Talvez tenha sido a pior exibição do Montillo. Errou passes pra caramba. O lateral direito Rõmulo também não esteve bem. Thiago Ribeiro conseguia driblar e lançar, mas não achava o Farias na área. Esse, em minha opinião, tava jogando até bem, sempre esperto na área. Mas cansou no segundo tempo e pediu substituição. O lateralzinho esquerdo Pablo, em minha opinião, é pior e menos agudo que o Diego Renan. Já com relação aos beques, incrível o pulmão do Caçapa. O Leo também é bom e tem o Leonardo zagueirão pra voltar. Ed Carlos e Gil também não são ruins. Adilson merece um prêmio, pois levou Thiago Heleno pro Coríntians. No meio temos o Henrique que é bom, o Paraná também, assim como o Fabrício, o Fabinho e até o Pedro quem? No ataque, gosto do Farias, do Welington Paulista, do Thiago Ribeiro e não sou fá do Robert. Gosto do Roger também e nem tanto do Emerson. Pois é. O resultado de hoje não foi bom, mas ruína mesmo seria a derrota. Teremos jogos difíceis pela frente. Já nas próximas rodadas o Goiás fora e o Fluminense em casa. Serão partidas realmente decisivas. Nestas duas partidas, penso que o Cruzeiro decide o que quer pro ano. Se vencer, ai sim estará de verdade na luta pelo título. Provas de fogo para o maior de Minas. 