





“Não conheço muito a galera do Axé, pois são mundos bem diferentes”
João Monlevade será palco do rock com a cantora Pitty, dia 1º de maio, às 20h30, no estádio Louis Ensch, bairro Vila Tanque. Pela primeira vez, a roqueira virá ao Médio Piracicaba, o que certamente atrairá fãs de toda a região. No atual cenário do rock, tomado pelo romantismo teen das bandas Emo, a Pitty é uma das últimas representantes do verdadeiro rock, ousado , desbocado e instigante. Nesta entrevista, Pitty fala da expectativa em relação ao show, influências na produção musical e de sua relação com os músicos de Salvador, onde iniciou sua carreira.
Marcos Martino: A expectativa na cidade é grande pelo fato de ser o primeiro show na região. O comercial que está sendo veiculado na rádio a coloca como principal nome do Rock Brasil na atualidade e esta opinião é compartilhada por muita gente. Como você tem encarado este sucesso?
Pitty: Fico feliz, claro. Engraçado, já passei por João Monlevade há muuuito tempo, a caminho de Ouro Branco. É ótimo saber que agora voltarei para tocar e, melhor ainda, saber que a galera está empolgada com o show.
Marcos Martino: Como é a sensação de ser rockeira na capital do Axé? Você tem um bom relacionamento com a turma do Axé Music?
Pitty: Essa sensação não faz muito parte da minha vida, na real. Quando estava em Salvador, vivia mergulhada no universo do rock junto com as outras bandas da cena. Pra gente era perfeitamente plausível. A estranheza vem mais de fora do que de dentro. Não conheço muito a galera do Axé, pois são mundos bem diferentes.
Marcos Martino: Quais são as suas principais influências?
Pitty: Livros, bandas, filmes, pessoas. Vai de Black Sabbath a Etta James, de Bukowsky a Stanley Kubrick.
Marcos Martino: Você acha que o "rockeiro brasileiro" continua tendo cara de bandido, como na antiga música “Orra Meu” de Rita Lee?
Pitty: Na geração atual, o que vejo é o oposto disso. Tem imperado o bom mocismo.
Marcos Martino: Como é o seu processo criativo? Como a banda formula os arranjos? Você participa desta parte também?
Pitty: Participo de tudo. A criatividade não tem hora, lugar e situação específica. Costumo compor sozinha com o violão, mas no último disco aconteceu de criar coisas junto com os meninos, no estúdio.
Marcos Martino: Imagino que também pesquise muitas novidades no universo da música. O que sugeriria para seus fãs aqui de Minas?
Pitty: O novo disco do Arctic Monkeys, do Morrissey, Muse, Them Crooked Vultures.
Marcos Martino: O que as pessoas podem esperar da Pitty aqui em Monlevade?
Pitty: Nosso novo show, da turnê do disco mais recente, Chiaroscuro. É rock, mas tem muitas nuances. A gente sempre sobe ao palco dando o melhor de si e aí não será diferente.
Marcos Martino: Uma mensagem para os fãs monlevadenses.
Pitty: Grande beijo a todos e espero vocês no show. Que seja uma grande noite pra todos nós.
Lembram-se de um paranormal que assombrou o mundo entortando garfos e outros objetos há alguns anos atrás? Pois bem. Temos em Monlevade a mídia Uri Gueller. Impressionante a capacidade desse pessoal em distorcer o que dizemos. Há alguns dias atrás um jornal da cidade publicou matéria insinuando que o Centro de Especialidades Odontológicas estava fechado, contrariando informação passada pela Secretária de Saúde que havia dito que já estaria funcionando. Só que o jornal publicou a matéria mas não checou a informação correta. Na realidade o CEO atende á partir das demandas agendadas. Se o jornalista tivesse se dado ao trabalho de pedir informações no local, teria descoberto à verdade. Só que ao jornal não interessava a verdade, mas um argumento para achincalhar o governo mais uma vez. Posteriormente foi solicitada uma retificação por parte do jornal, que no entanto não foi publicada. Para os nossos onipotentes jornalistas, seus jornais ISO 9000000000001 são à prova de erros. Casos parecidos são frequentes. Eu também ja fui vítima da mídia Uri Gueller. Certa vez uma repórter me fez uma pergunta e quando fui ler o tal bi-semanário, saiu manchete completamente distorcida com relação ao que falei. Era com referência ao Pré-folia. Perguntaram-me se o carnaval seria no areão e respondi que não. No outro dia saiu a manchete: Assessor de comunicação diz que não tem certeza se haverá carnaval. Liguei para a repórter que alegou que havia entendido dessa maneira. Tenho pena desses repórteres que tem de obedecer ordens e passam a mimetizar o comportamento equivocado dos patrões. Passei a só responder questionamentos por escrito. Embora que não adianta muito. Eles publicam o que lhes interessa, do jeito que querem. Aliás, agora deram para xeretar meu blog para pinçar trechos e usar contra mim. Primeiro tentaram me jogar contra o vereador Belmar Diniz. Volto a dizer que não tenho nada contra ele, que é maior de idade, faz as opções que acha justas, tem suas opiniões sobre o mundo e eu tenho as minhas. Tomara que ele continue cerrando fileiras conosco. O outro lado está tentando seduzí-lo a todo custo. Daqui a pouco vão oferecê-lo coluna no jornal e programa na rádio. Mas sei que no fundo o coração dele bate à esquerda. Só falta recuperar o brilho próprio e não se deixar levar pelo lado negro da força. Volto a repetir que não vamos concordar em tudo. Por exemplo, sou cruzeirense e ele é atleticano, mas temos uma relação cordial. Mas...voltando a mídia Uri Gueller, falei numa postagem anterior que o frio está chegando e que com ele deve diminuir a incidência da Dengue. Agora saiu uma ironia em um blog adocicado dizendo que o governo estaria torcendo para o frio chegar para acabar com a dengue. Se tivesse se aprofundado melhor na leitura, teria visto um alerta que fiz: já está na hora de pensar nas doenças do frio que virão com força. E nos preparar pois a mídia Uri Gueller vai torcer para que tenhamos muitos casos de Gripe Suína, caprina, equina, aviária, bovina, etc. Assim terão mais algumas culpas para jogar no prefeito Prandini. 

Estava eu fazendo um lanche na Tia Eliana quando ouvi uma conversa pra lá de inusitada. Apareceu uma rapaziada, todos com idades entre 19 e 23 anos naquele tesão característico da juventude contando as proezas do último final de semana. Notei que falavam sobre um acampamento que fizeram nas imediações do Caraça. Um dos rapazes falava entusiasmado sobre as delícias do acampamento, até que saiu com essa.


Se fossemos considerar todas as opiniões dos que vem falar sobre os rumos que o governo deveria seguir, não sairíamos do lugar. Imagine várias pessoas puxando uma corda como num cabo de guerra, cada um botando a mesma força dos dois lados. Iria acontecer o imobilismo, a inércia. Graças a Deus sou um bom ouvinte e gosto de pessoas. Estou sempre atento e quando alguém traz uma peça para o quebra-cabeças procuro encaixar. O problema é que muitas vezes a peça não encaixa e alguns desejos não tem como ser "atendidos". Alguns visitantes são moderados e acham que deveríamos ter uma postura light, estabelecermos boas relações e procurar botar panos quentes em todas as situações. Outros são nervosos e receitam métodos radicais, destratando as pessoas, aniquilando os inimigos, atropelando todos que se interpuserem no caminho . A maioria que chega, em princípio tem uma conversa amistosa , mas acaba descambando para as críticas e quase todos tem planos mirabolantes para apresentar, muitos até pertinentes desde que se aponte como conseguir recursos. Hoje estou dentro de um governo e vejo que a realidade é muito diferente da imaginada pelo cidadão comum. Existe um montante de dinheiro e muitas demandas a serem atentidas. Equilibrar o orçamento é complicado na medida em que os ventos da economia não vem soprando com a intensidade desejada criando o famoso efeito cobertor curto, quando se tem de atacar as prioridades e deixar algumas coisas para quando houver recursos. Só que isso é sempre dificil de explicar para quem precisa da prefeitura e ouve um não como resposta, mesmo que isso seja argumentado com cortesia. Não é sempre não, seja com cortesia ou grosseria. Pode ser até que seja um não provisório, mas tem de ser dito. Na assessoria em que trabalho, gostaria de poder resolver os problemas de todo mundo que nos procura, mas não posso. Estou exercitando a arte de dizer não, por mais que isso me chateie. Temos de ser acima de tudo honestos, ainda mais que integramos uma administração legalista que não dá margens aos antigos "jeitinhos", afinal de contas isso é tudo o que se espera de um governo: transparência e honestidade.
Já não bastasse o Moreirão, agora temos o Moreirinha. É impressionante a capacidade desses dois em subverter a realidade. Daqui a pouco vão dizer que o Prefeito Prandini lançou o mosquito da Dengue. Eles são que nem o rei Midas ao contrário. Tudo que pegam, ao invés de transformar em ouro, transformam em estrume...quer dizer...tentam transformar. Agora, querem a cabeça do Guilherme Assis. Paralelamente, aparece uma campanha orquestrada via emails distribuídos para várias pessoas, recomendando a "cassação" do jornalista. A artilharia seja na rádio, seja no jornal, seja na internet, vem com insistência tão pesada que já estou me convencendo que não tenho no time o Kleber gladiador, mas o Messi. Sobrou até pra mim que defendi e defendo o rapaz aqui mesmo no Cenários. Vejam bem: pra bom entendedor, um pingo é letra. Agora, pra quem não quer entender ou quer distorcer a realidade, melhor fazer uma volta e superdimensionar um ponto qualquer. Querem pegar uma frase de efeito, interpretá-la de forma pejorativa e jogar toda a cidade contra o Guilherme e até mesmo o prefeito. Sinceramente, espero que ele não engula essa isca. Guilherme erra, como todo ser humano. Ele não precisa ser advertido, mas instruído para melhorar a cada dia, afinal de contas já faz muito bem uma coisa que muitos deveriam fazer e não tem feito, que é defender o governo. É isso. Infelizmente, não podemos ficar livres da música horrorosa de Moreirão e Moreirinha. Resta-nos cantar mais alto pra abafar essa dupla pra lá de desafinada.

Quando disser que estou indo mal, significa que estou no caminho certo


Viver é surpreendente pelas múltiplas conexões e desconexões que se processam o tempo inteiro. Os fractais, o imprevisível, as desarmonias, os desvios desafiam nossa busca pela evolução enquanto seres humanos. Nunca consegui entender por que certas pessoas nutrem antipatia gratuita por quem não só não lhe trata mal, como lhes estende a mão. Não entendo porque certas pessoas se arrogam tanto, se consideram tão mais importantes, tão superiores ao ponto de desprezar as faculdades alheias. Entendo menos pessoas que não conseguem de maneira alguma ter humildade para reconhecer que erraram . Mais fácil perdoar quem erra que ouvir as pirotecnias dos que querem maquiar, desviar, refratar o erro, culpando algo no processo mas nunca assumindo a humana possibilidade. Mais irritante ainda quando essa pessoa se encolariza e procura mirar no primeiro alvo frágil à vista para transferir a maldita culpa. Meu estômago à essa altura é um brejo, repleto de sapos que venho engolindo.
Quando cheguei à Monlevade, muita gente andava me chamando de Marcos Martinelli. Depois fui entender a razão. Havia um cantor que se apresentava nos bares que se chamava Sérgio Martinelli. Algumas pessoas me diziam que o cara era muito bom. Continuei minhas andanças pela cidade, sempre passando por cartazes com o nome do cara, até que tive finalmente oportunidade de ouvilo tocando numa festa de aniversário. Fiquei de queixo caído. O sujeito é muito diferenciado. Conseguia alternar de um grave cheio de presença para os agudos mais extremados. Além do mais, tocava um violão redondinho, sendo apoiado por arranjos musicais programados. Aliás, um recurso interessante quando o artista sabe conciliar tecnologia e virtuosismo, o que é o caso do Martinelli. O mais curioso é que a pouco tempo a Prefeitura contratou o artista para figurar como atração da Festa de Aniversário da cidade e já tem gente criticando. Mas o povo critica qualquer coisa, né? Ainda mais se for artista da cidade ou radicado por aqui. No entendimento de muita gente, pelo fato de se apresentar em bares, churrascarias ou festas, não tem o mesmo valor. Além do mais, tem aquela máxima do santo de casa, né? Me chega agora a informação de que ele nem é da cidade, que veio de BH, porém a cidade já o adotou e ao adotá-lo, desvaloriza. Mas sinceramente, achei o cara muito bom mesmo. Sem demérito dos outros ótimos artistas que tem por aqui. Aliás, me surpreendi muito positivamente com os talentos monlevadenses. E pelas informações que me chegam, ainda existem outros talentos que ainda nem conheci, mas que ainda farei questão de conhecer. Por falar nesses artistas, num próximo post, vou falar do Ricardo Monlevade, outro virtuoso que debulha seu talento nas noites.
Há quem diga que é preferível esperar pelo pior, pois nada como sermos surpreendidos com boas noticias. É obvio que estávamos apreensivos com a votação anterior. A sensação que tínhamos era que estávamos jogando na casa do adversário, com juízes, gandula e torcida contra e perdendo de 3x0 no primeiro tempo. Mas aí entrou em campo a justiça divina. Os juízes pensaram melhor e corrigiram um erro que estariam cometendo. A virada para 3x2 entra para a história da justiça de Minas Gerais. Gustavo Prandini seguirá agora celere juntamente com sua equipe para promover o que as pessoas que lhe confiaram o voto esperam: fazer junto com o povo, a melhor administração que essa cidade já viu. A emoção me impede de escrever mais no momento, mas não poderia deixar de aparecer por aqui para compartilhar essa alegria com os amigos.
Jesus veio a terra fazer a política de Deus. Veio principalmente praticar a justiça social e ensinar seus fundamentos à toda a humanidade. Em seus ensinamentos estão principalmente a partilha, a democracia plena, o poder para as pessoas simples. Jesus ousou encarar os poderosos , aqueles que se encastelavam, coronéis daqueles tempos que possuiam tudo e exploravam os mais humildes. Jesus teve em Poncio Pilatos um juiz inclemente, que lavou as mãos para o que era justo para fazer o jogo dos reis e mafiosos da sua época. Grande semelhança com os dias atuais, não concordam? Só que o calvário Monlevadense tem nuances diferentes. No tempo de Jesus houve um tipo de eleição em que o povo poderia votar para salvar Cristo ou Barrabás da crucificação. Barrabás era ladrão, encrenqueiro, falava pelos cotovelos, era caloteiro, porém popular. Naquela época, o povo votou a favor de Barrabás. Na situação Monlevadense, o povo rejeitou os Barrabás e elegeu Prandini e seus apoiadores. Só que a corja derrotada não desistiu e vem usando de todas as armas para infernizar a vida do prefeito. Como se não bastasse a perseguição em jornais e rádios, tentam cassá-lo com argumentos pifios, contando segundo se diz, com instancias que até Deus duvida.Quanto a Jesus, reitero ter se tratado sim de um político, porém muito diferente de alguns que costumam vomitar seus impropérios numa rádio que não passa de um grande comitê. Sei que vão distorcer minhas palavras amanhã, alegando que estou relegando o filho de Deus a um papel terreno, que estou praticando um maniqueismo barato, mas não tem problema. Jesus foi um político honesto e foi perseguido por isso, assim como nosso prefeito. Mas a luta continua...


A Revista "Isto é', dificilmente falará mal de um patrocinador. A 'Veja' também é assim. O mesmo acontece com os jornais " O Estado de Minas" e "O Tempo". Cada um com seus interesses econômicos e políticos. Durante muitos anos, o 'Estado de Minas' perseguiu o ex-governador Newton Cardoso. Por ideologia? Não! Por interesse mesmo. Newton criou seu próprio jornal, o decadente "Hoje em dia," para combater a turma dos associados. Depois, o multi-milionário Vitório Mediolli criou seu jornal "O Tempo", também com o objetivo de abalar a hegemonia do Estado de Minas, o que só foi conseguir quando lançou o tabloide "SUPER NOTÍCIAS". O efeito foi devastador. Aquele jornalzinho colorido, com manchetes populares na capa e com o preço de 25 centavos foi como um terremoto sobre o antes poderosíssimo e onipotente Grupo Associados. O golpe foi tão pesado, que obrigou o grupo antes hegemônico a fechar o tradicional "Diário da Tarde". Aliás, comportamento ético e imparcial nunca foi "possível para os jornais que precisam sobreviver e por isso fazem seus acordos, seus conluios. Além do mais, milhares de pesquisas feitas principalmente ligadas às vendas em bancas revelaram que o povo gosta mesmo é de notícia ruim, sangue, mulher pelada e futebol. Assim, da-lhe perversidade. Prova disso é que um empresário de BH sonhou e colocou na praça um jornal chamado "Felicíssimo". Naquele jornal positivista só eram permitidas noticias boas, edificantes. Resultado: o jornal durou pouco tempo e quebrou. Trazendo para a esfera Monlevadense, seria demais querer que nossa imprensa tivesse comportamento exemplar.Vamos deixar a hiprocisia de lado. Está muito claro para todos que os jornais "A Noticia" e "Gazeta" são oposicionistas, juntamente com as Rádios Cultura, Global e Alfa de Nova Era. Apostou-se que poderia haver uma trégua contínua negociada. Valeu a metáfora do escorpião, cuja natureza é ferroar. Foi só vislumbrarem a possibilidade da cassação que desceram do muro. Além do mais, existe a máxima de que todo marketeiro tem de ter um lado. O lado desses atores sempre foi claro. A amarração atende pelo nome Mauri. Já a turma da situação tem como parceiros os jornais Bom Dia, Alô Cidadão e o Celeste. Em termos de rádio, praticamente não tem mídia de sustentação, pois a Alternativa não faz política. José Santana jamais utilizou sua rádio para fazer nem suas campanhas e a Rádio Comunicativa também não é tão politizada quanto as concorrentes do outro lado, que entram pra valer no embate. Outras mídias ficam mais ou menos em cima do muro, como o Jornal de Monlevade e alguns outros que circulam mais em nível regional. Aliás, diga-se de passagem: nunca vi uma cidade com tantos jornais. Cheguei a contar pelo menos 26 entre representativos e menores. Muita estrela pra pouca constelação. No final, a impressão que fica é que a oposiçao consegue mais eficiencia no seu oficio de minar a atual administração, pois principalmente a Rádio Cultura com seu estilão antigo de AM acaba tendo uma penetração incrível e há quem a considere a "Rede Globo" de João Monlevade. De qualquer maneira, a administração precisa ignorar um pouco dupla cultura/a noticia. Se Lula fosse se importar com a perseguição de que foi vítima, jamais teria chegado à presidencia nem teria conseguido o sucesso econômico e social que caracteriza o seu governo. Ele seguiu sem dar bola para as críticas, firme em direção aos objetivos, com otimismo inquebrantável e por isso merece a popularidade alta. Eu tenho dito uma frase repetidamente: é preciso agir mais e reagir menos. Que Deus nos conceda tempo para isso.